30.9.05

Visto

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A Dama de Honor
Mau este ensaio para o festival de cinema francês. É um filme com falta de ritmo. Um argumento pseudo-romântico. Uma história de amor levada ao extremo. Provas de amor/Amor eterno/predestinação/almas gémeas. Demasiado comprido. Cenas por explicar o seu encaixe. Boas interpretações dos actores (lindos os dois com uns olhos azuis que te despem até à alma quando olham para ti). Acho que o problema é mesmo da história do romance da qual foi adaptado. Ingenuidade. De como as paixões transformam radicalmente as pessoas, da água para o vinho. De como a paixão tem tanto de beleza como de maldade, de como se encontra ao mesmo tempo em dois polos completamete opostos. Como as pessoas perdem o norte e as referências quando estão apaixonadas. Mostra-nos como é este o jogo que nos atrai poder caminhar ao mesmo tempo sobre a felicidade e sobre o desespero. De como nós precisamos desesperadamente de emoções fortes, emoções que nos provoquem impacto, que nos revirem as entranhas. Que nos deseperem.
ok acho que me estou a dispersar e a sair do contexto do filme....

1 Comments:

At terça out. 04, 02:18:00 da tarde, Blogger Venus as a boy said...

E eu sempre à espera que ela o obrigasse a ter relações sexuais com outro homem... teria sido bem mais divertido... :)

 

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